Você já reparou que seu cachorro passa boa parte do dia lambendo as próprias patas?
Muitos tutores acreditam que isso faz parte da higiene natural dos cães, mas a verdade é que, na maioria dos casos, esse comportamento é um pedido de ajuda.
Quando um cachorro lambe as patas de forma repetitiva, ele geralmente está tentando aliviar algum tipo de desconforto. Pode ser uma coceira intensa, irritação na pele, alergias, fungos, bactérias ou até pequenas lesões que passam despercebidas aos nossos olhos.
O problema é que, quanto mais ele lambe, mais a pele fica irritada. E quanto mais irritada, maior é a vontade de continuar lambendo. É um ciclo difícil de interromper.
Neste artigo, você vai entender por que seu cachorro vive lambendo as patas, quais são as principais causas desse comportamento e o que fazer para ajudá-lo antes que o problema se transforme em algo mais sério.
Por que os cachorros lambem as patas?
Assim como nós coçamos uma picada de mosquito, os cães usam a língua para tentar aliviar um desconforto.
Uma lambida ocasional é completamente normal.
O que merece atenção é quando esse comportamento acontece diversas vezes ao dia, durante semanas ou até meses.
Se o seu cachorro:
- Lambe sempre a mesma pata;
- Passa muito tempo lambendo entre os dedos;
- Faz isso principalmente durante a noite;
- Acorda para lamber as patas;
- Para uma atividade para começar a lamber;
é sinal de que algo provavelmente está incomodando.
O grande problema: a língua piora a inflamação
Existe um detalhe que muitos tutores não sabem.
Embora pareça que o cachorro esteja “cuidando” da ferida, a saliva pode acabar agravando o problema.
Isso acontece porque a umidade constante deixa a pele fragilizada, facilitando a proliferação de fungos e bactérias.
O resultado costuma ser:
- Vermelhidão;
- Mau cheiro;
- Escurecimento da pele;
- Feridas;
- Inchaço;
- Dor ao tocar a região.
Ou seja, aquilo que começou como uma simples coceira pode evoluir rapidamente.
As principais causas da lambedura excessiva nas patas
1. Alergias
Essa é uma das causas mais frequentes.
O cachorro pode apresentar alergia a:
- Alimentos;
- Ácaros;
- Pólen;
- Produtos de limpeza;
- Grama;
- Picadas de insetos.
Nesses casos, as patas costumam ser uma das primeiras regiões afetadas.
2. Dermatites
A inflamação da pele provoca coceira intensa.
Para tentar aliviar o desconforto, o cachorro passa a lamber continuamente a região afetada.
Sem tratamento, a irritação tende a aumentar.
3. Fungos e bactérias
Quando a pele permanece úmida por muito tempo, cria-se um ambiente ideal para a proliferação de microrganismos.
Além da lambedura constante, outros sinais costumam aparecer:
- Cheiro forte nas patas;
- Pele avermelhada;
- Secreção;
- Descamação.
4. Ressecamento da pele
Mudanças de clima, banhos excessivos ou produtos inadequados também podem deixar a pele ressecada.
Isso provoca pequenas fissuras e muito desconforto.
5. Pequenos machucados
Espinhos, pedrinhas, cortes ou queimaduras no asfalto quente também fazem o cachorro lamber insistentemente uma única pata.
Sempre vale a pena observar cuidadosamente entre os dedos.
Como saber se a lambedura virou um problema?
Alguns sinais indicam que não se trata apenas de um comportamento passageiro.
Fique atento se houver:
- Queda de pelos nas patas;
- Vermelhidão constante;
- Feridas;
- Sangramento;
- Mau cheiro;
- Pele escurecida;
- Inchaço;
- Dor ao caminhar.
Quanto antes o problema for identificado, mais simples costuma ser o tratamento.
O ciclo que muitos tutores não percebem
A maioria dos casos segue exatamente este padrão:
A pele começa a coçar.
↓
O cachorro lambe para aliviar.
↓
A saliva mantém a região úmida.
↓
A pele fica ainda mais irritada.
↓
Fungos e bactérias encontram um ambiente favorável.
↓
A coceira aumenta.
↓
O cachorro lambe ainda mais.
É um ciclo que pode durar meses se a causa não for tratada.
Como ajudar seu cachorro?
O primeiro passo é identificar a causa da coceira junto ao médico-veterinário.
Depois disso, alguns cuidados ajudam bastante durante a recuperação:
- Manter as patas limpas e secas;
- Evitar contato com produtos irritantes;
- Secar bem após passeios ou banhos;
- Controlar pulgas e carrapatos;
- Evitar que o pet continue traumatizando a região.
Quanto antes esse ciclo for interrompido, maiores são as chances de recuperação da pele.
Um cuidado extra para proteger a pele sensibilizada
Quando a lambedura já provocou irritação, vermelhidão ou pequenas lesões, é importante oferecer um cuidado que ajude a proteger a pele enquanto ela se recupera.
O Balm Reestruturante Animal Balance foi desenvolvido justamente para esse tipo de situação.
Sua fórmula combina ativos naturais como Cúrcuma, Copaíba, Aloe Vera, Calêndula, Melaleuca e Vitamina E, ingredientes conhecidos por auxiliar na hidratação da pele, ajudar a manter a barreira cutânea protegida e proporcionar uma sensação de conforto em áreas sensibilizadas.
Por ser de fácil aplicação, o balm pode fazer parte da rotina de cuidados com patas ressecadas, áreas avermelhadas ou regiões irritadas pela lambedura constante.
Vale lembrar que, se a lambedura estiver relacionada a alergias, infecções ou outras doenças, o acompanhamento veterinário continua sendo fundamental para tratar a causa do problema.
